22 junho 2011

Governo controlará aquisições de terras por parte de estrangeiros

Estrangeiro que comprar mais de 5 hectares precisará de aval do governo


Proposta que será enviada ao Congresso prevê 'Conselho de Terras' para avaliar aquisições e transforma União em sócia dos negócios.


Empresas e pessoas estrangeiras que quiserem comprar terras no Brasil, maior a 5 herctares, terão que ter autorização do governo.
-A compra de até 500 mil ha será avaliada e precisará de autorização do CONATER (Conselho que será criado).
-Mais que 500 mil ha precisará de aprovação do Congresso Federal (isso mesmo).
Além disso a proposta de lei prevê que o governo possua uma Golden Share, ou seja, ação no investimento capaz de decisão, como um acionista majoritário.

Veja reportagem clicando aqui

17 junho 2011

Certificação Técnica ESRI - ArcGIS

O Programa de Certificação Técnica Esri reconhece indivíduos qualificados que são proficientes em melhores práticas para a utilização de software Esri. Certificações Técnicas Esri são premiadas em diferentes áreas de conhecimento, tanto no nível Associate quanto Professional. O programa está aberto aos usuários Esri de todo o mundo.


Transforme seu conhecimento em comprovação e faça sucesso no mercado de trabalho!
Confira grade disponível:
A inscrição é realizada através do site Pearson Vue. Você pode pesquisar os locais e horários mais convenientes em todo Brasil. O exame custa 225 dólares e pode ser pago através de cartão de crédito. (Fonte site Imagem)

Base de dados em Shapefile do Min. dos Transportes

Caros Leitores,


Há sempre uma necessidade de dados em shapefile seja para complementar como para compor um projeto em ArcGIS.


Para aqueles que procuram dados georeferenciados de abrangência nacional, indicamos a base de dados do PLNT de 2010.


Possui uma enormidade de informação, shapefiles, biomas, estradas, PIB, recursos hídrico, portos, aeroportos, rede elétrica, dentre outros.


Aproveitem, CLIQUE AQUI agora mesmo e façam o download direto do site do Min. dos Transportes


Como já publicamos aqui neste blog mesmo, existe tambem a base SISCON/IBAMA, muito completa tabem acessível do link: Clique aqui

Se alguem souber de mais bases em shp, coloque um comentário abaixo.

16 junho 2011

Quais as diferenças entre File geodatabase e Personal geodatabase ?

File geodatabase vs Personal geodatabase

File e personal geodatabase, que estão disponíveis gratuitamente a todos os usuários do ArcGIS (ou seja, os usuários do ArcView, ArcEditor e ArcInfo), são projetados para suportar o modelo de informação completa do geodatabase. Isso inclui topologias, catálogos raster, conjuntos de dados de rede (network), bancos de dados de terreno (3D), os localizadores de endereço, e assim por diante. File e personal geodatabase são projetados para serem editados por um único usuário e não suportam versionamento. Com um file geodatabase, é possível ter mais de uma pessoa editando ao mesmo tempo, desde que esteja editando em diferentes DataSets, Feature Classes ou tabelas. O File geodatabase é um tipo de geodatabase novo, lançado na versão 9.2. Seus objetivos são:-Fornecer uma solução amplamente disponível, simples e escalável para todos os usuários.-Fornecer um geodatabase portátil que funciona em vários sistemas operacionais.-Escala para lidar com conjuntos de dados muito grande.
-Proporcionam excelente desempenho e escalabilidade, por exemplo, para apoiar os conjuntos de dados individuais contendo mais de 300 milhões características e conjuntos de dados que pode ser dimensionado para além de 500 GB por arquivo com um desempenho muito rápido.
Use uma estrutura de dados eficiente, que é otimizado para desempenho e armazenamento. File geodatabase usa cerca de um terço do armazenamento da geometria exigida pelo shapefiles e Personal geodatabase. File geodatabase também permite que os usuários comprimam dados de vetor para um formato de somente leitura para reduzir os requisitos de armazenamento ainda mais.

Personal Geodatabases têm sido utilizados em ArcGIS desde seu lançamento na versão 8.0 e tem usado a estrutura do Microsoft Access como arquivo de dados (mdb). Eles são limitados em tamanho a 2 GB ou menos. No entanto, o tamanho do banco de dados efetiva é menor, algo entre 250 e 500 MB antes de o desempenho do banco de dados começa a desacelerar. Personal Geodatabases também são suportados apenas no sistema operacional Microsoft Windows.  Muitos usuários realmente gostam da capacidades de manipulação do Microsoft Access para trabalhar com valores de atributo.

ArcGIS continuará a suportar Personal Geodatabases para fins diversos. No entanto, também é altamente recomendável usar o file geodatabase. É ideal para trabalhar com conjuntos de dados baseado em arquivo para projetos de GIS, para uso pessoal, e para uso em pequenos grupos de trabalho. Ele tem desempenho forte e escalas bem maior para comportar volumes de dados extremamente grandes sem exigir o uso de um SGBD.Além disso, ele é portável entre sistemas operacionais.

15 junho 2011

Seminário Oficial ESRI


A Esri realiza amanhã, dia 16 de Junho, um seminário online gratuito, Using ArcGIS Data Reviewer to Assess Data Quality. Com este seminário, pretende-se que os utilizadores conheçam ferramentas de automatização, centralização, gestão e garantia da qualidade dos dados.
Como é habitual, serão realizadas três sessões, às 17:00, 19:00 e 23:00 (fuso horário de Portugal Continental e Madeira, menos uma hora nos Açores). Cada sessão terá a duração de 1 hora.

Eng. Florestal: Custo sobre Avaliação de Árvores Urbanas.

II Curso de Avaliação de Árvores Urbanas: Condição, Manejo, Estabilidade e Riscos

Data: 15 e 16 Julho de 2011
Local: Universidade Regional de Blumenau - Anfiteatro do Campus II - Complexo Tecnológico
Rua São Paulo, 3250 - Bairro Itoupava Seca
Blumenau – SC


Objetivos
Propiciar a atualização e inserção de novos conhecimentos sobre a avaliação da condição estrutural e fitossanitária das árvores, bem como das possíveis situações de risco, tanto no ambiente urbano quanto rural, focando a diminuição da subjetividade desta prática através do reconhecimento de padrões de defeitos, problemas, situações de maior risco e das opções de ação mais adequadas e relevantes.
Possibilitar, através disso, o melhor manejo, a melhor estratégia de ação e a diminuição de conflitos com a integridade física de pessoas e estruturas diversas e os problemas derivados das práticas de manejo inadequadas.

Público Alvo
Profissionais de organizações públicas e privadas com atuação direta ou indireta na gestão e manejo de árvores urbanas.
Estudantes de graduação e pós-graduação.
Demais interessados.

Palestrante
ROGÉRIO BOBROWSKI
Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) em dezembro de 2002. Mestre em Ciências Florestais   -Conservação da Natureza – Arborização Urbana.Atua como Engenheiro Florestal do corpo técnico do Departamento de Pesquisa e Monitoramento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba desde 2003. Pesquisador do Grupo de Pesquisa Ciências da Paisagem (UFPR/CNPq). Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com atuação na área de Arborização Urbana, Florestas Urbanas, Silvicultura Urbana, Ecologia e Estudo da Paisagem, Parques e Praças e Licenciamento Ambiental de Áreas Verdes.

Outras Informações:
FUPEF DO PARANÁ (Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná) em fupef@ufpr.br